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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Portugueses!?

Os políticos tem um costume um pouco estranho, no mínimo, quando se vê nas noticias um debate logo se ouve os senhores a dizer, “oh senhor Doutor” ou “Oh senhor deputado”, os portugueses sabem que o senhor disse isto, ou pensa aquilo, enfim a forma que eles tem de se acusarem uns aos outros é dizer os portugueses já sabem isto ou aquilo.


Mas essa gente pensa que nós portugueses somos como eles? Nós comuns cidadãos temos o bom senso, pois apesar dos salários não aumentarem, da vida estar mais cara, da regulamentação dos combustíveis e tudo neste país ser uma “tanga”, conseguimos gerir o nosso orçamento mensal, ainda conseguimos educar os nossos filhos.


Senhores políticos se calhar é melhor começarem a fazer algo para credibilizar a vossa classe, não podem faze-lo apenas com discursos, mas com atitudes, como diz o povo: A mulher de César não basta parecer séria, tem de o ser!

terça-feira, 13 de abril de 2010

PEC – Quem vai beneficiar?


O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) representa a vontade que o Governo de um determinado país tem em manter o seu défice abaixo de 3%, já que este é um dos pressupostos para que um Estado possa permanecer no “grupo” de países da moeda única (Euro), é claro, para além de ter a sua taxa de inflação controlada. Ora muito bem, mas no meio destes parâmetros todos não existe um que obrigue a taxa de desemprego a estar abaixo de um determinado valor? Ou um para quem utiliza os subsídios sociais, como a baixa médica, o subsídio de desemprego ou o de reinserção social, que apesar de úteis, deveriam ser mais controlados a fim de evitar abusos?

O Governo apresentou o PEC, que não necessita de ser aprovado pelo Parlamento português, pois irá ser mostrada à UE a vontade que o nosso Executivo tem de equilibrar as contas públicas. E visto que estas estão de rastos, diga-se de passagem, então, podemos considerar este programa mais um documento de boas vontades. Mas a existir uma medida que, do meu ponto de vista, possa parecer positiva é aquela que diz que a partir de sete meses no desemprego a pessoa tem de aceitar um emprego no qual venha a ganhar 10% a mais do que o valor do subsídio de desemprego.

Porém, já no que diz respeito à diminuição das deduções em sede de IRS, o PEC irá trazer o aumento dos impostos para a grande maioria dos portugueses, pois se deduzimos menos pagamos mais impostos.

Um dia, estava a ver uma reportagem sobre um país nórdico e, para meu espanto, as pessoas diziam que tinham prazer em pagar os seus impostos, só que este gosto tinha uma razão de ser, pois estas observavam que o seu dinheiro era empregue no bem-estar da comunidade, ou seja, na saúde, na educação e na segurança. Por cá observamos que só não foge quem não pode! Será apenas uma questão de cultura?

Países que eram pobres no início do século hoje são referências, então, por que é que não podemos imitar as coisas boas que foram bem feitas noutros sítios? Surge, assim, uma questão: mas se as pessoas são diferentes será que cá daria certo? Claro que, para além de ser imitado, teria de ser devidamente adaptado à realidade social portuguesa. Afinal, este PEC irá beneficiar quem? Os portugueses ou para que o Governo possa ficar bem visto?

terça-feira, 30 de março de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

PEC – QUEM VAI BENEFICIAR?

O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) representa a vontade que o Governo de um determinado país tem em manter o seu défice abaixo de 3%, já que este é um dos pressupostos para que um Estado possa permanecer no “grupo” de países da moeda única (Euro), é claro, para além de ter a sua taxa de inflação controlada. Ora muito bem, mas no meio destes parâmetros todos não existe um que obrigue a taxa de desemprego a estar abaixo de um determinado valor? Ou um para quem utiliza os subsídios sociais, como a baixa médica, o subsídio de desemprego ou o de reinserção social, que apesar de úteis, deveriam ser mais controlados a fim de evitar abusos?

O Governo apresentou o PEC, que não necessita de ser aprovado pelo Parlamento português, pois irá ser mostrada à UE a vontade que o nosso Executivo tem de equilibrar as contas públicas. E visto que estas estão de rastos, diga-se de passagem, então, podemos considerar este programa mais um documento de boas vontades. Mas a existir uma medida que, do meu ponto de vista, possa parecer positiva é aquela que diz que a partir de sete meses no desemprego a pessoa tem de aceitar um emprego no qual venha a ganhar 10% a mais do que o valor do subsídio de desemprego.

Porém, já no que diz respeito à diminuição das deduções em sede de IRS, o PEC irá trazer o aumento dos impostos para a grande maioria dos portugueses, pois se deduzimos menos pagamos mais impostos.

Um dia, estava a ver uma reportagem sobre um país nórdico e, para meu espanto, as pessoas diziam que tinham prazer em pagar os seus impostos, só que este gosto tinha uma razão de ser, pois estas observavam que o seu dinheiro era empregue no bem-estar da comunidade, ou seja, na saúde, na educação e na segurança. Por cá observamos que só não foge quem não pode! Será apenas uma questão de cultura?

Países que eram pobres no início do século hoje são referências, então, por que é que não podemos imitar as coisas boas que foram bem feitas noutros sítios? Surge, assim, uma questão: mas se as pessoas são diferentes será que cá daria certo? Claro que, para além de ser imitado, teria de ser devidamente adaptado à realidade social portuguesa. Afinal, este PEC irá beneficiar quem? Os portugueses ou para que o Governo possa ficar bem visto?

terça-feira, 23 de março de 2010

Oh senhor Presidente diga lá outra vez!!???


O sr. presidente da Liga portuguesa está a começar o seu fim, ao seu melhor, ora vamos lá: Na semana passada este senhor veio a publico falar das agressões dos adeptos do meu Sporting aos espanhóis, que é de todo reprovável, este cidadão veio logo dizer que a UEFA ia ter mão forte com o Sporting, muito bem concordo a 100%, mas porque não disse o mesmo sobre o Atlético de Madrid pelo que aconteceu em Madrid na semana anterior?

E agora depois da magnifica final da Taça Lucílio Batista, ops desculpem, Taça da Liga, que foi muito bem organizada, nem se viu um conflito entre adeptos... Nem uma cadeira sequer foi retirada do seu devido lugar, exemplar...

Estes discursos de altos responsáveis do futebol luso são boas tiradas cómicas, este senhor não podia vir agora falar contra os seus patronos, tanto do norte como o do sul, da minha parte digo a este senhor vá lá cuidar da sua Câmara Municipal e deixe o futebol para quem entende dele....

terça-feira, 9 de março de 2010

Mais um foclore - O PEC


Depois do Orçamento de Estado, vamos entrar noutra discussão ao PEC, Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), o primeiro é a lei que permite que o governo utiliza para fazer despesa pública e a obtenção de receita.
O orçamento para 2010 teve a aprovação do partido do governo, o PS, nem outra coisa seria de esperar, contou com os votos contra de todos os partidos à esquerda do PS, Bloco de Esquerda, Os Verdes e PCP, contou ainda com a abstenção do PSD e CDS/PP, o que permitiu que a lei passasse na generalidade e depois na especialidade, que significa que rubrica a rubrica obteve a aprovação.
O PEC é o documento que o governo utiliza para demonstrar que tem uma forte intenção de equilibrar as contas públicas, ou seja, as acções que tomará para que a receita aumente e onde vai realizar os cortes no lado da despesa.

Neste documento existe uma grande contradição com o discurso do governo, uma vez que, defendeu arduamente as grandes obras públicas como a forma de relançamento da economia portuguesa, citando muitas vezes Keynes que utilizou essa ferramenta para impulsionar a economia, mas o problema é que nos dias que correm as economias estão abertas ao mundo, por obra e graça da dita Globalização.
Mas no PEC o TGV Lisboa – Porto – Vigo foi adiada, ora não era isso que todos os partidos da oposição disseram ao senhor “engenheiro” durante a campanha eleitoral? E o senhor sempre disse que não porque era a forma de relançar a economia lusa.

Mas o que vai continuar é o grande estrangulamento da já extinta classe média, que está a dar origem de uma nova classe os novos pobres.

Precisamos de tomadas de posição fortes de forma a fazer os senhores do poder abrir os olhos....

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A crise vem de trás....

A crise no meu Sporting já existe à muitos anos e não é de agora, mas parece que batemos no fundo, não temos mais para descer, acho eu, o nosso clube é diferente dos demais clubes deste nosso país à beira mar plantado.

Segundo dados do sitio http://www.futebolfinance.com a divisão de adeptos em Portugal é feita da seguinte forma: Benfica 4,1 milhões, longe dos “famosos” 6 milhões, Porto 2,6 milhões e por fim Sporting 2,1 milhões, ora aqui está o grande problema do nosso clube, perdeu preponderância para o Porto, está é a verdadeira crise do Sporting.

Durante muitos anos as várias direcções do nosso clube apenas se preocuparam com as conquistas imediatas, enquanto isso o Porto foi estruturando a sua organização, apesar dos vários apitos azulados, das frutos e leites com chocolate, a verdade é só uma eles erram menos que nós e quanto a isto não à nada a fazer.

Nós temos uma “arma” muito boa, que é a FAMOSA FORMAÇÃO, mas que nem sempre é bem aproveitada, ora vejamos quantos jogadores formados nas escolas do Sporting foram e são bandeiras dos rivais? No Porto Futre, Capucho, Quaresma e Varela, só para referir alguns; Benfica Simão e Carlos Martins, só nestes exemplos podemos encontrar aqui vários jogadores que foram formados no Sporting.

O que faltou a Soares Franco foi a capacidade de investir no plantel, de forma a ter a qualidade que saiu da formação com jogadores experientes mas com valor de facto.

Para que o Sporting se possa reerguer é necessário não só uma meditação profunda, como também medidas fortes, de forma a motivar os adeptos, o nosso presidente falou de falta de militância, errou e muito, se tem adeptos militantes é o Sporting, porque outros com resultados fracos tem assistências abaixo dos 20 mil e nós apesar de tudo mantemos as assistências na média dos 20 mil.

Vamos abrir a pestana senhor presidente, como deixaram ir o Varela e o Ruben para o Porto, o Carlos Martins para o Benfica, o Hugo Viana para o Braga, como é possível tanta incompetência.

Se queremos um Sporting forte temos de ter um plantel forte, mas existe vida para alem do Futebol e no geral do clube somos o clube com a cultura mais ganhadora de Portugal.